Todo cargo político custa dinheiro público: salário, gabinete, assessores, verba de gabinete. Em muitos municípios, o número de vereadores está bem acima do que a população precisa para ser bem representada — e essa conta é paga pelo contribuinte. Cláudio Gaspar (45.032) propõe uma revisão do número de vereadores de acordo com o tamanho da cidade: onde há gente demais na Câmara, sobra despesa e falta eficiência.
Do que trata a proposta
A ideia legislativa apresentada no e-Cidadania estabelece limites de vereadores conforme faixas de população do município. Cidades pequenas não precisam de câmaras grandes; cidades grandes mantêm representação proporcional. O objetivo não é enfraquecer o Legislativo, e sim enxugar o que é excesso e devolver esse recurso para serviços que a população usa.
Por que isso gera economia
- Menos custo fixo: cada cadeira a menos significa menos salários, assessorias e verbas de gabinete ao longo de todo o mandato.
- Câmaras mais ágeis: menos cadeiras não significa menos trabalho — significa decisões mais rápidas e menos disputa por espaço.
- Mais responsabilidade: com menos vereadores, cada um responde de forma mais clara diante do eleitor.
Coerência com a trajetória
Essa não é uma bandeira nova para Cláudio: como vereador e Presidente da Câmara de Cachoeira Paulista, ele já atuou pela transparência e pela boa gestão do dinheiro público — inclusive sendo autor da lei que aboliu o voto secreto. Reduzir o custo da política é a continuação natural desse compromisso.
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