Será que o modelo de governo que o Brasil adota hoje é o melhor para o país? Essa é uma pergunta que quase nunca chega ao debate público — e é exatamente ela que Cláudio Gaspar (45.032) quer reabrir. A proposta apresentada no e-Cidadania convida a sociedade a discutir, com dados e sem paixão, qual sistema de governo entrega mais estabilidade e eficiência.
Presidencialismo x semipresidencialismo
Hoje o Brasil é uma república presidencialista: o presidente é ao mesmo tempo chefe de Estado e chefe de governo, eleito diretamente pelo povo. É o modelo dos Estados Unidos. A proposta sugere comparar esse desenho com o semipresidencialismo — adotado em países como Portugal e França —, no qual existe um presidente eleito e também um primeiro-ministro responsável pelo dia a dia do governo, com apoio do parlamento.
Por que esse debate importa
- Estabilidade: discutir mecanismos que reduzam crises e paralisias entre os poderes.
- Responsabilidade: deixar mais claro quem responde por quê dentro do governo.
- Maturidade democrática: países que revisam suas instituições de tempos em tempos tendem a se fortalecer.
Coerência com o mandato
Essa proposta conversa diretamente com o pilar “Gestão eficiente” da campanha: um país bem governado começa por instituições bem desenhadas. É o mesmo espírito das outras bandeiras — Pacto Federativo, fim do voto secreto e voto distrital: melhorar as regras do jogo para que a política sirva melhor à população.
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